TRANÇO COMO QUEM REENCONTRA O NOVO NO VELHO

Lívia Sernache Rios

revistatkv-v1n9-5

10.4322

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Organizado como uma trança, este ensaio entremeia diversos fios: antigos escritos meus de percepções do corpo em Chuva de Orvalho (2014), do artista plástico Tunga; textos sobre as criações do artista, de Viviane Matesco (2013) e Suely Rolnik (1998); escritos do próprio Tunga (1992,1997, 2014); proposições sobre metamorfose do autor Emanuele Coccia (2020); fotos de Chuva de Orvalho (2014) e Tesouro Besouros (1992), bem como outras imagens, que nesta poética são como antigos casulos; e textos atuais, que costuram esta trança. Apenas os meus escritos para este ensaio não se encontram em itálico. Páginas (das bibliografias de referência) e parênteses (que usualmente são colocados quando um trecho de determinado texto é retirado) foram suprimidos, com a intenção de gerar uma leitura mais fluida. As referências bibliográficas e imagéticas, bem como créditos de autoria das fotos, se mantiveram ao fim.